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sexta-feira, 12 de junho de 2009

SOU ULTIMO ROMÃNTICO


O ultimo, sou eu o ultimo romântico,
sou eu aquele que te pode doar uma flor
e perceber disso, dá expressão do rosto,
do tremor de uma mão, se me amas.

O ultimo, o ultimo romântico de um mundo
que se pode comover olhando dois pombos
beijar-se numa praça sem preocupar-se da gente
que os pode pisar pela pressa de chegar.

Porque, se uma rosa é uma rosa
desde quando tem o mundo, eu devo mudar?
Porque, se o mar e o céu,
o sol e o vento mão mudam nunca?

Porque, se o amor é o amor
desde quando tem o mundo, eu devo mudar?
Porque, tem já tantas coisas
que estão mudando, o amor não pode?

O ultimo, o ultimo romântico de um mundo
que se pode comover olhando dois garotos
beijar-se numa praça sem preocupar-se da gente
como fazemos agora, como fazemos nós dois.

Porque, se uma rosa é uma rosa
desde quando tem o mundo, eu devo mudar?
Porque, se o mar e o céu,
o sol e o vento mão mudam nunca?

Porque, se o amor é o amor
desde quando tem o mundo, eu devo mudar?
Porque, tem já tantas coisas
que estão mudando, o amor não pode?
Pallavicini - Donaggio

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